sábado, 18 de janeiro de 2025

 


Associação dos 

Arautos do Evangelho 

Sociedade Clerical Virgo Flos Carmeli 




• A VIDA DE UM ARAUTO

 Os Arautos do Evangelho com seu carismas fecundo vemos também a vida SACERDOTAL E DIACONAL, de tal modo será membro não afetivos mais serão  padres comprometido com a fé verdadeira, prestará serviço em nossa ordem mas terá um compromisso com sua (Arqui)diocese, mas o eremita não pode se esquecer de seus princípios e carismas, deve respeito ao seu bispo e obediência de tal modo que foi feito sua profissão de fé no dia de sua Ordenação, não se esquece de suas promessas com os três pilares castidade, pobreza e obediência. Ora, por meio desses carismas, o Povo de Deus participa do múnus profético de Cristo, através do Espírito Santo que santifica e conduz a Igreja, não apenas beneficiando-se com as riquezas doadas pela magnificência de Deus, mas assumindo as responsabilidades inerentes a essa participação em benefícios com a Igreja.


• SENSO DE HIERARQUIA 

Esse arraigado amor à perfeição, que leva à magnanimidade, propicia também o fortalecimento do senso de hierarquia, de relevante papel no carisma dos Arautos. Assim sendo, torna-se conveniente discorrer sobre a substância desse senso. Com efeito, a hierarquização harmônica dos seres apresenta um dégradé na criação, de que as almas têm necessidade para mais facilmente chegar a Deus. Nessa perspectiva, a consideração do pulchrum no universo pressupõe haver uma gradação na perfeição dos seres, manifestando a variedade na unidade, e a unidade na variedade.

Arautos do Evangelho: carisma, espiritualidade e finalidade 18 Lumen Veritatis - Nº 17 - Outubro-Dezembro - 2011

Ora, para tal, necessárias são a multiplicidade e a diversidade das criatu-ras, como afirma São Tomás de Aquino:Como uma única criatura não seria capaz de representá-la [a bondade divi-na] suficientemente, Ele produziu criaturas múltiplas e diversas, a fim de que o que falta a uma para representar a bondade divina seja suprido por outra. [...] Consequentemente, o universo inteiro participa da bondade divina e a representa mais perfeitamente que uma criatura, qualquer que seja ela. Além de múltiplas e diversas, devem as criaturas também estar hierarqui-zadas, cada qual representando um grau de participação do Infinito Divino. É o que ensina o mesmo Santo Doutor na Suma contra os Gentios: “Por conse-guinte, não deveria faltar o bem da ordem na obra de Deus. Mas este bem não poderia existir, sem a diversidade e desigualdade das criaturas”. Vê-se assim o papel da multiplicidade, da diversidade e da hierarquia para Deus Se tornar cognoscível ao homem nesta forma de contemplação do Cria-dor nas criaturas, característica do carisma dos Arautos que pervade todas as suas atividades, pensamento e modos de ser. Essa é a razão pela qual o Prof. Plinio Corrêa de Oliveira considerava importante para a formação religiosa dos fiéis, especialmente no tocante ao Primeiro Mandamento, a compreensão do papel das justas e harmônicas desi-gualdades no universo: Um universo de criaturas iguais seria um mundo em que se teria eliminado em toda a medida do possível a semelhança entre criaturas e Criador. Odiar, em princípio, toda e qualquer desigualdade é, pois, colocar-se meta-fisicamente contra os melhores elementos de semelhança entre o Criador e a criação, é odiar a Deus. [...] Um dos pontos muito importantes [...] é, pois, ensinar o amor à desigualdade vista no plano metafísico, ao princípio de autoridade, e também à lei moral e à pureza; porque exatamente o orgulho, a revolta e a impureza são os fatores que mais impulsionam os homens na senda da Revolução. 


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Superior, respectivamente por direcionar seu irmão eremitas e é responsável pelo mosteiro. Representante da ordem e do direitos Pontífices.


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Vice-superior, responsável pela documentação e da vistoria da casa. 2° Representa dos Arautos, tem a autorização para resolver e responder qualquer coisa que tem a ver com a ordem e seus membros e sentidos externos.


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Secretário, responsável pela organização da agenda semanal etc, e pelos documentos associados ao Arautos do Evangelho. Direto de eventuais etc.


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 Diretor Espiritual, e um conselheiro que nós conduz ao caminho da santidade, e ajuda-nos a compreender os ensinamentos de Nosso Senhor.



• A FINALIDADE

A Associação dos Arautos do Evangelho tem como fim a participação ativa, consciente e responsável de seus membros na missão salvífica da Igreja. Esta participação se dá através de seus trabalhos dentro da ordem e de sua (Arqui)diocese, ao qual estão destinados pelo Senhor, em virtude dos seus ensinamentos devem, assim, atuar em prol da evangelização, da santificação e da animação cristã das realidades temporais.



Dado e passado em Roma no ano Santo de Nosso Senhor 2025, na igreja mãe Eremo dos Arautos do Evangelho junto a São Pedro.


Associação dos Arautos do Evangelho 
Sociedade Clerical Virgo Flos Carmeli 
Casa mãe






sábado, 11 de maio de 2024

Rito De Celebração em Memória a Nossa Senhora de Fátima

  


Rito De Celebração em Memória a Nossa Senhora de Fátima 





• RITOS INICIAIS 


Reunido o povo, o Celebrante dirige-se ao presbitério com os ministros, durante o canto de entrada.

Chegando ao altar e feita a devida reverência, beija-o em sinal de veneração e, se oportuno, incensa-o. Em seguida, todos se dirigem às cadeiras.

Terminado o canto de entrada, toda a assembleia, de pé, faz o sinal da cruz enquanto o sacerdote diz:

CP: Em nome do Pai e do Filho e  do Espírito Santo.
T: Amém!


O celebrante, voltado ao povo e abrindo os braços, saúda-o com uma das seguintes fórmulas:

CP: A graça de Nosso Senhor Jesus Cristo, o amor do Pai e a comunhão do Espírito Santo estejam convosco.
T: Bendito seja Deus que nos reuniu no amor de Cristo.


O celebrante, diácono ou outro ministro devidamente preparado poderá, em breves palavras, introduzir os fiéis na missa do dia.


• ATO PENITENCIAL 
 
Segue-se o Ato Penitencial. O celebrante convida os fiéis à penitência.

CP: O Senhor Jesus, que nos convida à mesa da Palavra e da Eucaristia, nos chama a seguir-lo fielmente. Reconheçamos ser pecadores e invoquemos com confiança a misericórdia do Pai. 
Um minuto de silêncio.
Confessemos os nossos pecados:

T: Confesso a Deus todo-poderoso e a vós, irmãos e irmãs, que pequei muitas vezes por pensamentos e palavras, atos e omissões, 
e, batendo no peito, dizem:
por minha culpa, minha tão grande culpa. 
Em seguida, continuam:
E peço à Vhirghem Maria, aos anjos e santos, e a vós, irmãos e irmãs, que rogueis por mim a Deus, nosso Senhor.

CP: Deus todo-poderoso tenha compaixão de nós, perdoe os nossos pecados e nos conduza à vida eterna
T: Amém.

Segue-se as invocaçõe Kyrie, eléison de, caso já tenha ocorrido o ato penitencial.

S.Kýrie, eléison.
M. Kýrie, eléison.
S. Kýrie, eléison.
M. Christe, eléison.
S. Christe, eléison.
M. Christe, eléison.
S. Kýrie, eléison.
M. Kýrie, eléison.
S. Kýrie, eléison.


Quando for prescrito, canta-se ou recita-se o Hino de Louvor.
     O hino é prescrito aos domingos, exceto no tempo do Advento e da Quaresma. Recita-se nas solenidades e festas e ainda em celebrações especiais mais solenes.

 O celebrante introduzir. Glória in excélsis Deo. 
Et in terra pax homínibus bonæ voluntátis. Laudámus te. Benedícimus te. Adorámus te. Glorificámus te. Grátias ágimus tibi propter magnam glóriam tuam. Dómine Deus, Rex cæléstis, Deus Pater omnípotens. Dómine Fili unigénite, Iesu Christe. Dómine Deus, Agnus Dei, Fílius Patris. Qui tollis peccáta mundi, miserére nobis. Qui tollis peccáta mundi, súscipe deprecatiónem nostram. Qui sedes ad déxteram Patris, miserére nobis. Quóniam tu solus Sanctus. Tu solus Dóminus. Tu solus Altíssimus, Iesu Christe. Cum Sancto Spíritu  in glória Dei Patris. Amen


Terminado o hino, de mãos unidas, o Celebrante diz:
Pres: Oremos.
E todos oram em silêncio por um tempo...

Ó Deus, que nos destes a Mãe de vosso Filho como nossa Mãe, concedei-nos que, perseverando em penitência e oração pela salvação do mundo, possamos promover cada dia mais o reino de Cristo. Ele que é Deus, e conosco vive e reina, na unidade do Espírito Santo, por todos os séculos dos séculos.

Então, o Celebrante abrindo os braços reza a oração conforme abaixo em Oração da Coleta.
Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.


LITURGIA DA PALAVRA 


O leitor dirige-se ao ambão para a primeira leitura, que todos ouvem sentados.

Leitura dos Atos dos Apóstolos - 23Paulo permaneceu algum tempo em Antioquia. Em seguida, partiu de novo, percorrendo sucessivamente as regiões da Galácia e da Frígia, fortalecendo todos os discípulos. 24Chegou a Éfeso um judeu chamado Apolo, natural de Alexandria. Era homem eloquente, versado nas Escrituras. 25Fora instruído no caminho do Senhor e, com muito entusiasmo, falava e ensinava com exatidão a respeito de Jesus, embora só conhecesse o batismo de João. 26Então, ele começou a falar com muita convicção na sinagoga. Ao escutá-lo, Priscila e Áquila tomaram-no consigo e, com mais exatidão, expuseram-lhe o caminho de Deus. 27Como ele estava querendo passar para a Acaia, os irmãos apoiaram-no e escreveram aos discípulos para que o acolhessem bem. Pela graça de Deus, a presença de Apolo aí foi muito útil aos fiéis. 28Com efeito, ele refutava vigorosamente os judeus em público, demonstrando pelas Escrituras que Jesus é o Messias.

Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.


(Após as leituras, é aconselhável um momento de silêncio para meditação.)

O salmista ou o cantor recita o salmo, e o povo o estribilho.



Refrão:  O Senhor é o grande rei de toda a terra

— Povos todos do universo, batei palmas, / gritai a Deus aclamações de alegria! / Porque sublime é o Senhor, o Deus altíssimo, / o soberano que domina toda a terra. – R.


— Porque Deus é o grande rei de toda a terra, / ao som da harpa acompanhai os seus louvores! / Deus reina sobre todas as nações, / está sentado no seu trono glorioso. – R.


— Os chefes das nações se reuniram / com o povo do Deus santo de Abraão, / pois só Deus é realmente o Altíssimo, / e os poderosos desta terra lhe pertencem! – R.





Ao final acrescenta:
Leitor: Palavra do Senhor.
Todos aclamam:
Ass: Graças a Deus.



Segue-se o Aleluia ou outro canto.

Enquanto isso, o sacerdote, se usar incenso, coloca-o no turíbulo. O diácono que vai proclamar o Evangelho, inclinando-se diante do celebrante, pede a bênção em voz baixa:
Diác: Dá-me a tua bênção.
O celebrante diz em voz baixa:
Pres: O Senhor esteja em teu coração e em teus lábios para que possas anunciar dignamente o seu Evangelho: em nome do Pai e do Filho + e do Espírito Santo.
O diácono responde:
Diác: Amém.

Se não houver diácono, o sacerdote, inclinado diante do altar, reza em silêncio;
Pres: Ó Deus todo-poderoso, purificai-me o coração e os lábios, para que eu anuncie dignamente o vosso santo Evangelho.

O diácono ou o sacerdote dirige-se ao ambão, acompanhado, se for oportuno, pelos ministros com o incenso e as velas, e diz:
Diác ou Sac: O Senhor esteja convosco.
O povo responde:
Ass: Ele está no meio de nós.
     
O diácono, ou o sacerdote, fazendo o sinal da cruz no livro e, depois, na fronte, na boca e no peito, diz:
Diác ou Sac: Proclamação do Evangelho de Jesus Cristo, segundo João.
Ass: Glória a vós, Senhor. 

.Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos: 23“Em verdade, em verdade vos digo, se pedirdes ao Pai alguma coisa em meu nome, ele vo-la dará. 24Até agora nada pedistes em meu nome; pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja completa. 25Disse-vos estas coisas em linguagem figurativa. Vem a hora em que não vos falarei mais em figuras, mas claramente vos falarei do Pai. 26Naquele dia pedireis em meu nome, e não vos digo que vou pedir ao Pai por vós, 27pois o próprio Pai vos ama, porque vós me amastes e acreditastes que eu vim da parte de Deus. 28Eu saí do Pai e vim ao mundo; e novamente parto do mundo e vou para o Pai”.

Terminado o Evangelho, o diácono ou o sacerdote diz:
Diác ou Sac: Palavra da Salvação.
O povo aclama:
Ass: Glória a vós, Senhor.

O sacerdote beija o livro, rezando em silêncio:
Pelas palavras do santo Evangelho sejam perdoados os nossos pecados. 

Homilia...

Profesemonos a nossa fé

CP: Credo in unum Deum, 
Patrem omnipoténtem, factórem cæli et terræ, visibílium ómnium et invisibílium. Et in unum Dóminum Iesum Christum, Fílium Dei unigénitum. Et ex Patre natum ante ómnia sǽcula. Deum de Deo, lumen de lúmine, Deum verum de Deo vero. Génitum, non factum, consubstantiálem Patri: per quem ómnia facta sunt. Qui propter nos hómines et propter nostram salútem descéndit de cælis. Et incarnátus est de Spíritu Sancto ex María Vírgine: Et homo factus est. Crucifíxus étiam pro nobis: sub Póntio Piláto passus, et sepúltus est. Et resurréxit tértia die, secúndum Scriptúras. Et ascéndit in cælum: sedet ad déxteram Patris. Et íterum ventúrus est cum glória iudicáre vivos et mórtuos: cuius regni non erit finis. Et in Spíritum Sanctum, Dóminum et vivificántem: qui ex Patre Filióque procédit. Qui cum Patre et Fílio simul adorátur et conglorificátur: qui locútus est per Prophétas. Et unam sanctam cathólicam et apostólicam Ecclésiam. Confíteor unum baptísma in remissiónem peccatórum. Et exspécto resurrectiónem mortuórum. Et vitam ventúri sæculi. Amen.


Preces de vossa Igreja 
 Irmãs e irmãos:Oremos para que a Igreja e toda a humanidadeparticipem da plenitude de graças e bênçãoscom que Deus enriqueceu a Virgem Maria, dizendo cheios de fé:

R. Por Intercessão de Nossa Senhora atendei-nos Senhor 

1. Pela Igreja que faz caminho com o mundo,
para que medite a palavra de Deus, como a Virgem Maria, e se deixe cativar pelo Senhor três vezes Santo,
oremos.

2. Pelos discípulos de Jesus em toda a terra,
para que, diante da pobreza e da riqueza,
imitem a atitude da Senhora do “Magnificat”,
oremos.

3. Pelas virgens consagradas a Deus, para que aprendam a oferecer as suas vidas
e com Maria se sintam servas do Senhor,
oremos.

4. Por quantos vivem o mistério do sofrimento,
para que, unidos à Virgem Mãe de Deus,d’Ela recebam consolação, exemplo e esperança,
oremos.

5. Pelos mais pobres e por aqueles que têm fome,para que haja sempre alguém que os ajude
e lhes anuncie o Evangelho,
oremos.

6. Por todos nós aqui presentes em assembleia,
para que o Senhor nos ensine a glorificá-l’O,
com a fé e a confiança da Virgem Maria,
oremos.

( Outras intenções)

CP. Senhor, nosso Deus,
que nas palavras do “Magnificat”
escutastes os anseios da humanidade,
libertai os homens de toda a forma de violência
e ensinai-os a construir um mundo mais fraterno.
Por Cristo Senhor nosso.

O povo aclama Amém.


LITURGIA EUCARÍSTICA

Inicia-se o canto do ofertório, enquanto os ministros colocam no altar o corporal, o sanguinho, o cálice e o missal.

Convém que os fiéis manifestem a sua participação, trazendo o pão e o vinho para a celebração da Eucaristia, ou outros dons para auxílio da comunidade e dos pobres.

O celebrante, de pé, toma a patena com o pão e, elevando-a um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo pão que recebemos de vossa bondade, fruto da terra e do trabalho humano, que agora vos apresentamos, e para nós se vai tornar pão da vida.
Em seguida, coloca a patena com o pão sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre

O diácono ou o sacerdote derrama o vinho e um pouco d'água no cálice, rezando em silêncio.
Pres: Pelo mistério desta água e deste vinho possamos participar da divindade do vosso Filho, que se dignou assumir a nossa humanidade.

Em seguida, o sacerdote toma o cálice e, elevando-o um pouco sobre o altar, reza em silêncio:
Pres: Bendito sejais, Senhor, Deus do universo, pelo vinho que recebemos de vossa bondade, fruto da videira e do trabalho humano, que agora vos apresentamos e que para nós se vai tornar vinho da salvação.
Coloca o cálice sobre o corporal.

Se não houver canto ao ofertório, poderá o sacerdote recitar em voz alta as palavras acima, e o povo acrescentar a aclamação:
Ass: Bendito seja Deus para sempre!

Depois, o diácono ou o ministro incensa o celebrante o povo.

O celebrante, de pé, ao lado do altar, lava as mãos, dizendo em silêncio:
Pres: Lavai-me, Senhor, de minhas faltas e purificai-me de meus pecados.

No meio do altar e voltado para o povo, estendendo e unindo as mãos, o Celebrante:
Pres: Orai, irmãos e irmãs, para que o nosso sacrifício seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
________________________________________________
Ou:
Orai, irmãos e irmãs, para que esta nossa família, reunida em nome de Cristo, possa oferecer um sacrifício que seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ou:
Orai, irmãos e irmãs, para que levando ao altar as alegrias e fadigas de cada dia, nos disponhamos a oferecer um sacrifício aceito por Deus Pai todo-poderoso.
Ou:
Orai, irmãos e irmãs, para que o sacrifício da Igreja, nesta pausa restauradora na caminhada rumo ao céu, seja aceito por Deus Pai todo-poderoso.

________________________________________________
O povo responde:
Ass: Receba o Senhor por tuas mãos este sacrifício, para a glória do seu nome, para o nosso bem e de toda a santa Igreja.

Em seguida, abrindo os braços, o Celebrante reza a oração sobre as oferendas.

CP: Acolhei, Senhor, as orações do vosso povo com a oblação deste sacrifício, para que, por intercessão da Bem-Aventurada Virgem Maria, Mãe do vosso Filho, todos sejam atendidos em suas preces e confirmados em suas súplicas. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

CP: Senhor esteja convosco.
T: Ele está no meio de nós.
CP: Corações ao alto.
Ass: O nosso coração está em Deus. 
CP:  Demos graças ao Senhor nosso Deus.
Ass: É nosso dever e salvação.


CP: Na verdade, é digno e justo, é nosso dever e salvação dar-vos graças, sempre e em todo o lugar, Senhor, Pai santo, Deus eterno e todo-poderoso e, na Festa (na Solenidade) de Maria, sempre Virgem, louvar, bendizer e proclamar a vossa glória. Por obra do Espírito Santo ela concebeu o vosso Filho Unigênito e, sem perder a glória de sua virgindade, deu ao mundo a luz eterna, Jesus Cristo, Senhor nosso. Por ele, vos louvam os Anjos, vos adoram as Dominações, tremem as Potestades; o céus e as Forças celestes com os Serafins, unidos, vos celebram exultantes. Concedei também a nós associar-nos a seus louvores, cantando (dizendo) a uma só voz…
AS: Santo, Santo, Santo, Senhor, Deus do Universo! O Céu e a terra proclamam a vossa glória. Hosana nas alturas! Bendito o que vem em nome do Senhor! Hosana nas alturas!



ORAÇÃO EUCARÍSTICA I
ou Cânon Romano

 O sacerdote, de braços abertos, diz:

Pres.: Pai de misericórdia, a quem sobem nossos louvores, suplicantes, vos rogamos e pedimos por Jesus Cristo, vosso Filho e Senhor nosso,

une as mãos e traça o sinal da cruz, ao mesmo tempo sobre o pão e o cálice, dizendo:
que aceiteis e abençoeis + estes dons, estas oferendas, este sacrifício puro e santo,
de braços abertos, prossegue:
que oferecemos, antes de tudo, pela vossa Igreja santa e católica: concedei-lhe paz e proteção, unindo-a num só corpo e governando-a por toda a terra, em comunhão com vosso servo o Papa Paulo, o nosso Bispo Bergoglio, e todos os que guardam a fé católica que receberam dos Apóstolos.

Memento dos vivos
1C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas N. N.
une as mãos e reza em silêncio por aqueles que quer recordar.
De braços abertos, prossegue:
e de todos os que circundam este altar, dos quais conheceis a fé e a dedicação ao vosso serviço. Por eles nós vos oferecemos e também eles vos oferecem este sacrifício de louvor por si e por todos os seus, e elevam a vós as suas preces, Deus eterno, vivo e verdadeiro, para alcançar o perdão de suas faltas, a segurança em suas vidas e a salvação que esperam.

"Infra actionem"
2C: Em comunhão com toda a Igreja, celebramos em primeiro lugar a memória da Mãe de nosso Deus e Senhor Jesus Cristo, a gloriosa sempre Virgem Maria,* a de seu esposo São José, e também a dos Santos Apóstolos e Mártires: Pedro e Paulo, André, (Tiago e João, Tomé, Tiago e Filipe, Bartolomeu e Mateus, Simão e Tadeu, Lino, Cleto, Clemente, Sisto, Cornélio e Cipriano, Lourenço e Crisógono, João e Paulo, Cosme e Damiãoe a de todos os vossos Santos. Por seus méritos e preces concedei-nos sem cessar a vossa proteção. (Por Cristo, nosso Senhor. Amém.)

O sacerdote, com os braços abertos, continua:
Pres.: Aceitai, ó Pai, com bondade, a oblação dos vossos servos e de toda a vossa família; dai-nos sempre a vossa paz, livrai-nos da condenação eterna e acolhei-nos entre os vossos eleitos.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

Estendendo as mãos sobre as oferendas, diz:
Pres.: Dignai-vos, ó Pai, aceitar, abençoar e santificar estas oferendas; recebei-as como sacrifício espiritual perfeito, a fim de que se tornem para nós o Corpo e o Sangue de vosso amado Filho, nosso Senhor Jesus Cristo.
Une as mãos.

O relato da instituição da Eucaristia seja proferido de modo claro e audível, como requer a sua natureza.
Na véspera de sua paixão,
toma o pão e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossegue:
ele tomou o pão em suas santas e veneráveis mãos, 
eleva os olhos,
elevou os olhos ao céu, a vós, ó Pai todo-poderoso, pronunciou a bênção de ação de graças, partiu o pão e o deu a seus discípulos.
Mostra ao povo a hóstia consagrada, coloca-a na patena e genuflete em adoração.

Então prossegue:
Do mesmo modo, no fim da ceia,
toma o cálice nas mãos e, mantendo-o um pouco elevado acima do altar, prossege:
ele tomou este precioso cálice em suas santas e veneráveis mãos, pronunciou novamente a bênção de ação de graças e o deu a seus discípulos.
Mostra o cálice ao povo, coloca-o sobre o corporal e genuflete em adoração.

Em seguida, diz:
Pres.: Mistério da fé para a salvação do mundo!
A assembleia aclama:
℟.: Salvador do mundo, salvai-nos, vós que nos libertastes pela cruz e ressurreição.

Pres.: Celebrando, pois, a memória da bem-aventurada paixão do vosso Filho, da sua ressurreição dentre os mortos e gloriosa ascensão aos céus, nós, vossos servos, e também vosso povo santo, vos oferecemos, ó Pai, dentre os bens que nos destes, o sacrifício puro, santo e imaculado, Pão santo da vida eterna e Cálice da perpétua salvação. Recebei, ó Pai, com olhar benigno, esta oferta, como recebestes os dons do justo Abel, o sacrifício de nosso patriarca Abraão e a oblação pura e santa do sumo sacerdote Melquisedeque.

Une as mãos e, inclinando-se, diz:
Pres.: Suplicantes, vos pedimos, ó Deus onipotente, que esta nossa oferenda seja levada à vossa presença, no altar do céu, pelas mãos do vosso santo Anjo, para que todos nós, participando deste altar pela comunhão do santíssimo Corpo e Sangue do vosso Filho,
ergue-se e faz sobre si o sinal da cruz, dizendo:
sejamos repletos de todas as graças e bênçãos do céu.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

Memento dos mortos.
De braços abertos, diz:
3C: Lembrai-vos, ó Pai, dos vossos filhos e filhas Inês Carvalho  que nos precederam com o sinal da fé e dormem o sono da paz.
Une as mãos e, em silêncio, reza brevemente pelos defuntos que deseja recordar.
De braços abertos, prossegue:
A eles, e a todos os que descansam no Cristo, concedei o repouso, a luz e a paz.
Une as mãos.
(Por Cristo, nosso Senhor. Amém).

Bate no peito, dizendo:
4C: E a todos nós pecadores,
e, de braços abertos, prossegue:
que esperamos na vossa infinita misericórdia, concedei, não por nossos méritos, mas por vossa bondade, o convívio dos Apóstolos e Mártires: João Batista e Estêvão, Matias e Barnabé, (Inácio, Alexandre, Marcelino e Pedro, Felicidade e Perpétua, Águeda e Luzia, Inês, Cecília, Anastácia) e de todos os vossos Santos.
Une as mãos.
Por Cristo, nosso Senhor.
E prossegue:
Por ele não cessais de criar, santificar, vivificar, abençoar estes bens e distribuí-los entre nós. 

Ergue a patena com a hóstia e o cálice, dizendo:
Pres.: Por Cristo, com Cristo, e em Cristo, a vós, Deus Pai todo-poderoso, na unidade do Espírito Santo, toda honra e toda glória, por todos os séculos dos séculos.
A assembleia aclama:
℟.: Amém.

RITO DA COMUNHÃO

125. Tendo colocado o cálice e a patena sobre o altar, o sacerdote diz unindo as mãos:
Pres: Obedientes à palavra do Salvador e formados por seu divino ensinamento, ousamos dizer:

O sacerdote abre os braços e prossegue com o povo:
Ass: Pai nosso que estais nos céus, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade,  assim na terra como no céu; o pão nosso de cada dia nos daí hoje, perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal.

126. O sacerdote prossegue sozinho, de braços abertos:
Pres: Livrai-nos de todos os males, ó Pai, e dai-nos hoje a vossa paz. Ajudados pela vossa misericórdia, sejamos sempre livres do pecado e protegidos de todos os perigos, enquanto, vivendo a esperança, aguardamos a feliz esperança e a vinda de Cristo salvador.
O sacerdote une as mãos. O povo conclui a oração aclamando:
Ass: Vosso é o reino, o poder e a glória para sempre!

127. O sacerdote, de braços abertos, diz em voz alta:
Pres: Senhor Jesus Cristo, dissestes aos vossos Apóstolos: Eu vos deixo a paz, eu vos dou a minha paz. Não olheis os nossos pecados, mas a fé que anima vossa Igreja; dai-lhe, segundo o vosso desejo, a paz e a unidade.
O sacerdote une as mãos e conclui:
Vós, que sois Deus, com o Pai e o Espírito Santo.
O povo responde:
Ass: Amém.

128.O sacerdote, estendendo e unindo as mãos, acrescenta:
Pres: A paz do Senhor esteja sempre convosco.
O povo responde:
Ass: O amor de Cristo nos uniu.

129. Em seguida, se for oportuno, o diácono ou o sacerdote acrescenta estas palavras ou outras semelhantes:
Diác: Irmãos e irmãs, saudai-vos em Cristo Jesus.
_________________________________________
Ou:
Diác: Como filhos e filhas do Deus da paz, saudai-vos com um gesto de comunhão fraterna.
Ou:
Diác: Em Jesus, que nos tornou todos irmãos e irmãs com sua cruz, saudai-vos com um sinal de reconciliação e de paz.
Ou:
Diác: No Espírito de Cristo ressuscitado, saudai-vos com um sinal de paz.
_________________________________________

E todos, segundo o costume do lugar, manifestam uns aos outros a paz e a caridade; o sacerdote saúda o diácono ou o ministro.

130. Em seguida, o sacerdote parte o pão consagrado sobre a patena e coloca um pedaço no cálice, rezando em silêncio:
Pres: Esta união do Corpo e do Sangue de Jesus, o Cristo e Senhor nosso, que vamos receber, nos sirva para a vida eterna.

131. Enquanto isso, canta-se ou recita-se:
Ass: Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus, que tirais o pecado do mundo, tende piedade de nós.
Cordeiro de Deus que tirais o pecado do mundo, dai-nos a paz.
Essas palavras podem ser repetidas várias vezes, se a fração do pão se prolonga. Contudo, na última vez se diz: dai-nos a paz.

132. O sacerdote, de mãos unidas, reza em silêncio:
Pres: Senhor Jesus Cristo, Filho do Deus vivo, que cumprindo a vontade do Pai e agindo com o Espírito Santo, pela vossa morte destes vida ao mundo, livrai-me dos meus pecados e de todo mal; pelo vosso Corpo e pelo vosso Sangue, dai-me cumprir sempre a vossa vontade e jamais separar-me de vós.
Ou: 
Senhor Jesus Cristo, o vosso Corpo e o vosso Sangue, que vou receber, não se tonem causa de juízo e condenação; mas, por vossa bondade, sejam sustento e remédio para a minha vida.

133. O sacerdote faz genuflexão, toma a hóstia, elevando-a sobre a patena, diz em voz alta, voltado para o povo:
Pres: Não há maior prova de amor que dar a vida pelos amigos, diz o Senhor.

Pres: Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo.
E acrescenta, com o povo, uma só vez:
Ass: Senhor, eu não sou digno de que entreis em minha morada, mas dizei uma palavra e serei salvo.

134. O sacerdote, voltado para o altar, reza em silêncio:
Que o Corpo de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Corpo de Cristo.
Depois, segura o cálice e reza em silêncio:
Que o Sangue de Cristo me guarde para a vida eterna.
Comunga o Sangue de Cristo.

135. Toma a patena ou o cibório e, mostrando a hóstia um pouco elevada aos que vão comungar e diz a cada um:
O Corpo de Cristo.
O que vai comungar responde:
Amém.
O diácono, ao distribuir a sagrada comunhão, procede do mesmo modo.

136. Se houver comunhão sob as duas espécies, observe-se o rito prescrito.

137. Enquanto o sacerdote comunga do Corpo de Cristo, inicia-se o canto da comunhão.

138. Terminada a comunhão, o sacerdote, o diácono ou acólito purifica a patena e o cálice.
Enquanto se faz a purificação, o sacerdote reza em silêncio:
Fazei, Senhor, que conservemos num coração puro o que a nossa boca recebeu. E que esta dádiva temporal se transforme para nós em remédio eterno.

139. O sacerdote pode voltar a cadeira. É aconselhável guardar um momento de silêncio ou recitar algum salmo ou canto de louvor.

140. De pé, junto à cadeira ou ao altar, o Celebrante diz:

Pres: Oremos.
E todos, com o celebrante, rezam algum tempo de silêncio, se ainda não o fizeram. Em seguida o sacerdote abrindo os braços diz a oração.

Fazei, ó Deus, que, participando da redenção eterna ao celebrarmos a memória da Virgem Maria, recebamos da plenitude de vossa graça e vejamos crescer em nós a salvação. Por Cristo, nosso Senhor.

Ao terminar, o povo aclama:
Ass: Amém.

Segue-se o rito de despedida. O celebrante abrindo os braços, saúda o povo:

PR: O Senhor esteja convosco.
AS: Ele está no meio de nós.
PR: O Deus de bondade que, pelo Filho da Virgem Maria quis salvar o gênero humano vos enriqueça com sua bênção.
AS: Amém.
PR: Seja-vos dado sentir sempre e por toda parte a proteção da Virgem, por quem recebestes o autor da vida.
AS: Amém.
PR: E vós, reunidos hoje para celebrar com fervor sua solenidade, possais colher a alegria espiritual e o prêmio eterno.
AS: Amém.
PR: E a bênção de Deus todo-poderoso, Pai e Filho  e Espírito Santo, desça sobre vós e permaneça para sempre.
AS: Amém.
PR: Ide em paz, e o Senhor vos acompanhe.
AS: Graças a Deus.
ou
PR: A alegria do Senhor seja a vossa força; ide em paz e o Senhor vos acompanhe.
AS: Graças a Deus.

PR: presidente da celebração
AS: toda a assembleia









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